sexta-feira, 12 de julho de 2013

O videogame é bom ou ruim para os dias atuais ?

 “O videogame é algo que vem despertando muitos jovens, não só os jovens como todo o publico de todo o mundo, pois vem revolucionando a cada dia,com uma grande polêmica que gera a pergunta “ o videogame e bom ou ruim para os dias atuais ?”, uma pesquisa que foi realizada responde a pergunta que todos fazem.”


Videogame pode ter efeito positivo desde que não vire "babá"


     É inevitável, nos dias de hoje, que as crianças tenham acesso a algum tipo de videogame. E com o avanço da tecnologia, que coloca à disposição jogos em plataformas das mais variadas e portáteis, esse contato se dá cada vez mais cedo. Mas, ao contrário do que muitos pais ainda acreditam, videogames não são vilões absolutos. Se jogados com limites, podem ajudar no desenvolvimento das crianças.


     Estudos realizados em todo o mundo sobre o uso constante dessa forma de lazer apontam benefícios e prejuízos. Segundo pesquisa da Michigan State University, nos Estados Unidos, divulgada em 2011, meninos e meninas de 12 anos que jogam videogame com regularidade se mostraram mais criativos do que os que não jogam. Outro estudo, realizado com jovens americanos pela Universidade de Rochester, concluiu que games de ação ajudam a aumentar a velocidade de raciocínio.

     Já a Universidade de Iowa, também nos Estados Unidos, divulgou em 2010 uma pesquisa que constatou que longos períodos na frente da TV, jogando videogames ou assistindo a programas, dificultam a concentração das crianças na escola, além de estarem ligados ao aumento de peso infantil.

     Daniel Spritzer, psiquiatra especializado em crianças e adolescentes e coordenador do GEAT (Grupo de Estudos sobre Adições Tecnológicas), diz que os games podem estimular raciocínio, memória, criatividade e coordenação motora, além de serem uma importante fonte de diversão. "As desvantagens aparecem quando o uso é intensivo."

     "Na vida nada é só bom ou ruim, tudo depende do quanto a criança fica exposta a esses jogos", afirma a psiquiatra Ivete Gattás, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Para a especialista, jogos que propõem desafios de conquista, construção, resolução de dilemas ou criação de estratégias melhoram a capacidade da criança de pensar.

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